Toyota presentó el primer Corolla Hybrid fabricado en Brasil (llegará a la Argentina en 2020)

Toyota de Brasil le presentó al gobernador de San Pablo, João Doria, el primer Corolla Hybrid que la marca japonesa produjo en el Mercosur. Su lanzamiento en Brasil está previsto para el segundo semestre y llegará a la Argentina a comienzos del año que viene.

Toyota anunció a este Corolla Hybrid brasileño como “el primer híbrido flex del mundo”. Es que, en realidad, se trata de un híbrido múltiple. Cuenta con un motor eléctrico, como el Prius, pero el impulsor de combustión interna es del tipo flex: puede funcionar con nafta, con etanol (alcohol) y también con “alconafta” (nafta con hasta un 30% de alcohol).

La doceava generación del Corolla será fabricada en la planta brasileña de Indaiatuba. Allí se invirtieron 250 millones de dólares para radicar la nueva Plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture), que permitirá producir otros modelos de la marca, como la C-HR.

Al tratarse de un vehículo impulsado por energías alternativas, el Corolla Hybrid contará con beneficios impositivos en Brasil. En la Argentina, en cambio, esto no sería igual. De no producirse cambios en la actual política fiscal para vehículos híbridos y eléctricos, el Corolla Hybrid quedará fuera del alcance del decreto firmado por el presidente Mauricio Macri (ver decreto).

Ese decreto establece una reducción del arancel aduanero para los vehículos con estas tecnologías. Se reduce desde el 35% habitual al 5% para los modelos híbridos y al 2% para los eléctricos. El Corolla Hybrid, al ser producido en Brasil, ya cuenta con el beneficio del “arancel cero” para los modelos fabricados en el Mercosur. Es decir: la Toyota Rav4 importada de Japón (ver nota) contará con más incentivos fiscales que el Corolla Hybrid brasileño.

A pesar de que el primer Corolla Hybrid fabricado en Brasil contaba con un ligero camuflaje, es posible anticipar que su diseño será muy similar al modelo ya presentado en otros mercados (ver fotos).

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Rafael Chang, presidente de Toyota de Brasil, junto al gobernador de São Paulo, João Doria, durante la presentación del Corolla Hybrid Flex camuflado.

Para conocer la doceava generación del Corolla sin camuflaje, se recomienda ver esta galería de fotos y videos.

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Comunicado de prensa de Toyota Brasil
Novo Corolla feito no Brasil será o primeiro veículo híbrido flex do mundo

São Paulo, 17 de abril de 2019 – Dando sequência a uma nova e determinante fase de sua história de mais de 60 anos no Brasil, a Toyota confirmou hoje, em evento no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado de São Paulo, que o Novo Corolla brasileiro será o primeiro veículo do mundo equipado com propulsão híbrida flex. Na ocasião, estiveram presentes o Governador de São Paulo, João Doria, o presidente da Toyota do Brasil, Rafael Chang, dentre outros membros do governo estadual, entidades e da montadora.

Os estudos envolvendo a tecnologia híbrida flex da Toyota foram anunciados pela fabricante em março do ano passado, enquanto a confirmação de produção aconteceu em dezembro do mesmo ano. Impulsionando um novo ciclo de evolução tecnológica no País, o anúncio está em linha com os propósitos do Programa Rota 2030 que busca, entre outros temas, estimular a produção de veículos mais eficientes.

A 12ª geração do Corolla, o carro mais vendido globalmente, promete, mais uma vez, ser referência não só em seu segmento, mas em toda a indústria automotiva nacional. Único veículo a contar com um motor elétrico e outro de tecnologia flexfuel, o Novo Corolla, com essa motorização, será o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo.

O modelo será montado sobre a plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture, ou Nova Arquitetura Global da Toyota, em tradução para o português), que já equipa veículos da marca como o Prius, o SUV compacto C-HR e o sedã grande Camry. Com ela, o Corolla, que já é referência por seus atributos, dará um salto ainda maior em qualidade, conforto, dirigibilidade e estabilidade. Tudo isso aliado a uma série de novos equipamentos, fará deste futuro Corolla um carro completamente renovado e pronto para surpreender aos mais exigentes dos clientes.

A nova geração do Corolla tem previsão de chegada às concessionárias brasileiras no último trimestre de 2019. Para os mercados latino-americanos onde o veículo é exportado – Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru e Colômbia – a Toyota planeja sua comercialização a partir do primeiro semestre de 2020.

“Nos últimos 50 anos, o Corolla foi sinônimo de confiabilidade, segurança e qualidade. Com essa nova geração, queremos que ele seja reconhecido também como símbolo de modernidade e, acima de tudo, como uma nova forma de mobilidade. Somos entusiastas de motores eletrificados e precursores da disseminação em massa dessa tecnologia. Agora, estamos mais uma vez fazendo história, trazendo a propulsão híbrida flex para um dos maiores ícones da indústria automotiva”, afirma Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil.

Desenvolvimento do propulsor híbrido flex

Até chegar à formatação do primeiro protótipo, a Toyota realizou diversos testes em escala de laboratório, que tiveram início há quase quatro anos, em meados de 2015. O projeto colocou lado a lado as equipes de engenharia da Toyota Motor Corporation, no Japão, e da Toyota do Brasil, para somar esforços e buscar sintonia entre as tecnologias híbrida e flexfuel.

O trabalho foi direcionado no sentido de extrair o potencial máximo de cada solução: alta eficiência, baixíssimos níveis de emissões e capacidade de reabsorção dos impactos de gás carbônico (CO2), ao utilizar combustível oriundo de fonte 100% renovável.

Em março de 2018, a Toyota anunciou os testes de rodagem com um protótipo híbrido flex no Brasil construído sobre a plataforma de um modelo Prius. A ideia foi colocar à prova a durabilidade do carro em diversos tipos de estradas para avaliar o conjunto motor-transmissão quando abastecido com etanol.

Durante esses meses, uma série de dados relacionados à performance e comportamento do carro foram coletados de modo a contribuir na busca pelo balanço ideal de todo o conjunto.

Estudos realizados pela Toyota do Brasil apontam que o híbrido flex, quando abastecido com etanol, possui um dos mais altos potenciais de abatimento da emissão de CO2. Isso ocorre ao longo do ciclo de vida do etanol, desde que o biocombustível é extraído da cana-de-açúcar, passando pela disponibilidade nas bombas de abastecimento e sua queima no processo de combustão do motor. Quando abastecidos apenas com etanol (E100), os resultados de abatimento do CO2 estão entre os melhores do mundo.

Parceria para disseminação tecnológica

Parte dos esforços da Toyota na corrida para o cumprimento de seu Desafio Ambiental 2050 passa, especialmente, pela necessidade de engajar e mobilizar parceiros de negócios que atuem em consonância com a visão em prol da mobilidade sustentável.

Inspirada por este propósito, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) tem apoiado o projeto por reconhecer o etanol como combustível eficiente em sistemas de propulsão avançados. Além disso, destaca a importância do biocombustível no combate ao aquecimento global e no cumprimento das metas ambientais do Brasil no Acordo Internacional do Clima (COP21), estabelecido em 2015, em Paris, contando com a capacidade de produção e abastecimento da indústria sucroenergética brasileira.

“O etanol de cana-de-açúcar é classificado por órgãos internacionais como o biocombustível com menor impacto ambiental e emissão de gases de efeito estufa. Quando considerada a cadeia toda, há uma redução de aproximadamente 90% da emissão de CO2 quando comparado com a gasolina, bem como outros poluentes da atmosfera, com efeitos positivos na saúde pública, geração de emprego e renda e segurança energética do nosso País. A eficiência do etanol de cana-de-açúcar aliada a tecnologia de ponta da Toyota traz para as ruas brasileiras um carro que coloca em prática o respeito ao meio ambiente e a sustentabilidade”, afirma Evandro Gussi, diretor presidente da UNICA.

Processo de modernização

A fábrica da Toyota em Indaiatuba, localizada no interior de São Paulo (SP), será a pioneira neste processo de hibridização dos veículos da marca no Brasil. O Novo Corolla será produzido na planta, que vem sendo modernizada e passando por diversas melhorias em sua estrutura desde setembro do ano passado, quando foi anunciado investimento de R$ 1 bilhão na unidade. Este foi o primeiro investimento da indústria automotiva nacional após o anúncio do Programa Rota 2030, o que demonstrou a confiança da Toyota no futuro do País.

A modernização da planta, que completou 20 anos de operação em 2018, está intimamente ligada ao compromisso da Toyota de produzir carros cada vez melhores e ao engajamento de toda a sua cadeia de valor.

A produção local da Nova Geração do Corolla equipado com motorização híbrida flex acontece 16 anos após o início da comercialização do primeiro veículo capaz de ser abastecido com gasolina e/ou etanol no País. Agora, como berço do primeiro híbrido flex do mundo, a unidade de Indaiatuba e o Novo Corolla ganham um novo papel como protagonistas na história da Toyota no Brasil.

132 Comentarios

  1. CavallinoRampante dice:

    Me gusta solo en hatchback y obviamente en version que no sea hibrida, pero que sentido tiene el diseño del sedan? es simetrico el lateral, no sabes si va para adelante o para atras, me resulta horrible.

  2. Nerviozzo dice:

    En Europa el Corolla híbrido se vende con el 125h, que es un motor 2.0 que funciona con ciclo Atkinson, este tendrá el mismo?

  3. Ceesars dice:

    Pueden quitar motores y vender solo el hidrido simple.

  4. Asolarin dice:

    En definitiva, no será más accesible que un Corolla tradicional, al contrario, será más caro. Tal vez hasta sea más negocio esperar a la RAV4 híbrida, aunque habrá que ver a qué precio y cómo la posicionan.
    También hay que ver cómo llega este híbrido, si listo para funcionar a alcohol como hacen en Brasil, o si mandan una modificación para que funcione sólo a nafta, y modo híbrido, por supuesto.

    • jrncolon dice:

      En Argentina no hay desarrollo con la tecnología flex.
      En realidad con nada.

      • luchoxros2 dice:

        Como que no, en GNC somos referencia a nivel mundial.

        • jrncolon dice:

          Y en Santa Fe con el biodiesel en el transporte son campeones.
          Pero el desarrollo del GNC que falkta es el que tienen que hacer las automotrices, a eso me refería, para que sea realmente interesante y mas barata y de mejor calidad la instalación .

        • Nerviozzo dice:

          Acordate que hasta hace poco un ente nacional prohibía la importación de motores que funcionen a GNC, eso no habla para nada bien

      • daniel468 dice:

        Hay que curiosear en que andan en Tucumán, me cruce un Voyage de un instituto con ploteo de que usaba biocombustibles. No recuerdo el instituto. Para más datos fue hace un mes en yerba buena.

        • fjv89 dice:

          Nerviozzo ya lo creo que no habla para nada bien.. tengo un conocido q vive en suiza y se compró un seat leon a gnc de fábrica que tiene 3 tubos de fibra de carbono que no se ven y un tanque de 15lts de nafta.. se ve q no se puede ni traer ni hacer nada de eso aca..

    • SuperLopez strikes again dice:

      Aso: cualquier auto flex puede andar con nafta. Todas las terminales han traído y vendido autos flex sin decir nada, en cantidades pequeñas, cuando no les quedo otra solución.
      El problema es que es bastante mas caro, ya que los elementos que están en contacto con el etanol 100% están pensados para soportar ese nocivo liquido, lo cual los hace mas caros que los aptos solo para nafta.
      Por eso las terminales desarrollan vehículos para los dos mercados y ese tema costo es el que me hace dudar que lo traigan para aquí.

      • Bruno-brasil dice:

        flex viene de flexible o sea anda con todo , nafta , etanol , los 2 juntos , gnc.
        algunas piezas son diferentes porque el etanol es mas acido , pero no hay nada mucho mas caro ni mas complicado , praticamente todo los que sale de las fabricas de autos en Brasil es flexible , incluso una buena parte do que viene de mexico , casi todo de Argentina y una parte de Korea , Alemania y Inglaterra viene con motor flexible para Brasil.

    • Adolfo LOPEZ dice:

      Te informo que la RAV4 Hibrida estará en Junio en nuestro país, se autorizaron 842 unidades para la primera etapa. Y estimo que va a hacer furor porque es HERMOSA con todas las letras.

  5. cartman97 dice:

    pregunto sinceramente, a alguien le interesa la ecologia en este pais, como para comprar este tipo de vehiculos? porque lo que se lee aca en este blog es decir: ´´con ese motor se arrastra´´ / ´´no sirve ni para pasar un triciclo en ruta´´, ´´vw igual veneno´´, etc etc, y despues estan lavando el auto en la vereda, dejando correr la manguera con agua potable mientras enjabonan el auto.

    • xx dice:

      jajajaa… muy cierto lo que decís sobre el agua. También los que dejan el agua correr mientras se lavan los dientes y asi se puede seguir indefinidamente.

      En este pais no hay nada serio sobre el medioambiente. Ni siquiera la OPDS que es un curro marca cañon. Los unicos estudios de huella de carbono que vi fueron tesis de grado de candidatos a Ingenieros Ambientales. Me encantaría ver un estudio corporativo de este tipo para un híbrido como el Corolla.

      • Brembo86 dice:

        Ni hablar de la gente q tira basura en la calle, y en cuanto a reciclaje estamos 20 años atrasados con respecto a cualquier país desarrollado.

        • Bramante dice:

          Imaginate cuando en algunos años, le tengamos que contar a los nietos, que los autos que manejábamos tiraban los residuos de la combustión al ambiente, como si nada pasase.

      • Bramante dice:

        En Argentina no somos los mas educados ni los mas sensibilizados ambientalmente hablando, de cualquier manera, es un problema de todo el mundo. Son pocos los paises (generalmente muy desarrollados y con poca población) los que impulsan políticas serias para disminuir el impacto ambiental. Por su puesto, para ser industrializados y con economías fuertes y estables, primero han tenido que generar una buena huella ambiental.

      • duende dice:

        En ciudades como Buenos Aires, el tema de derrochar agua potable, con la excusa de la ecologia es un verso monumental. Si no la potabilizan, el agua se pierde en el oceano, no es como Villa Carlos Paz, o Bahía Blanca, por citar algunos ejemplos en donde se potabiliza desde lago, y es un recurso que si no se usa,se mantiene en su lugar. Lo de no derrochar agua, en Cap Fed, y alrededores, es un verso de las potabilizadoras para no aumentar el volumen de trabajo, nada mas. Usar agua potable y tirarla por una vereda a una boca de tormenta, que desagota en el mismo mar que si no se hubiera recolectado para potabilizar es el mejor ejemplo de que no hay problema. La huella contaminante para potabilizarla sería lo único a tener en cuenta, y no afecta gravemente la ecología.

        • xx dice:

          “sar agua potable y tirarla por una vereda a una boca de tormenta, que desagota en el mismo mar que si no se hubiera recolectado para potabilizar es el mejor ejemplo de que no hay problema…”

          Cierto que el proceso de potabilizacion de agua casi no requiere energía… No entiendo cómo países de Africa no tiene un potabilizador en cada casa.

        • xx dice:

          Vamos a donarle un potabilizador a cada indio así se evita bañarse en el Ganges.
          El fin de armamos 400 o 500 y el Lunes los repartimos.

    • RDF dice:

      No se si si es solo una cuestión de ecología. Probablemente a las generaciones jóvenes si pero no son las que pueden comprar este auto. Pero seguramente tendrá peso el argumento del consumo y por ende autonomía mejorados.

    • Jimi_HX dice:

      Jajajajajjajaja…. tenes mil ejemplos de lo que mencionas. Pero al teclado, todos son posibles compradores de hibridos/electricos. En la realidad, bueno, los numeros hablan por si solos, puro humo.

      Saludos.

    • MarceloLP dice:

      las “mangueras” NO corren…….y lo de potable…hasta ahí nomás jajjaja
      Eso que hacemos, es mas ecológico que el tratamiento que tienen las baterias !!!!!!

    • Negro1983 dice:

      no es solo un tema ecologico, es un tema de consumo, autonomía, las ventajas de un hibirdo son varias.

    • TotalDago dice:

      En Bahía Blanca el agua se paga por el valor de la casa … Me cobran 22m3 por bimestre, gasto 11m3 y no me dán ni 5 de ganas de apagar la canilla cuando lavo el auto.
      No hay ganas de incentivar la ecología tampoco..

  6. Type_D dice:

    Lo que no me termina de convencer del Corolla es el remate del diseño de la ventana atrás.. En el Hatchback está mejor resuelto

  7. noseasfanatico dice:

    una version plugin para mi please.

  8. Georgie dice:

    Cuanto durará esta moda snob?🤢🤢🤢🤢

    • xx dice:

      Georgie, tenés que ver un poco mas allá de si es snob o no. ¿No te parece un hito que se fabrique un vehiculo hibrido en el Mercosur? Olvidate de esa cosa de “caretaje” y bla bla bla…

      Tecnologicamente hablando, ¿no te dice nada esta esta noticia mas que el titular en sí mismo? Desprendete de la postura rebelde way y pensá un par de niveles por arriba.

      Es realmente interesante lo que está ocurriendo.

    • jrncolon dice:

      En Argentina, con las distancias que tiene este hermoso y desquiciado país, el híbrido es una opción valedera para quien recorre muchos km al año.
      Lo de moda snob para tilingos de Recoleta era una descripción gráfica que usé hace unos años referida al eléctrico puro. Entiendo que en la realidad europea ese descalificativo no aplica.

      • xx dice:

        “Lo de moda snob para tilingos de Recoleta…”. Dese una vuelta por ese barrio tan pintoresco y recalcule sus dichos.
        Los tilingos eligen otras zonas de CABA.

        • jrncolon dice:

          ¿Puerto Madero?

        • xx dice:

          Seee…esa sí es el barrio snob por excelencia, aunque también existe la gente que haciendo un gran sacrificio se muda allí por un tema de seguridad.
          Viví de cerca la construcción de 3 pares de torres allí y le afirmo qué hay de las dos clases.
          Solo viviría allí por la cantidad de verde disponible y la seguridad. En este momento gracias al paseo del bajo es un infierno.

        • Georgie dice:

          Tilingos en Recoleta? Entonces viví equivocado… 😂 😂 😂 😂

      • Tuerca Floja dice:

        El híbrido en la ciudad es una solución porque en el tránsito congestionado el consumo tradicional se eleva. En ruta me imagino que rendirá como un Diesel moderno. Coincido en que el eléctrico es una moda snob, para gente con mucha plata, cuando empiecen a requerir mantenimiento van a rajar de vuelta a los autos convencionales. No hay justificación para gastar 61000 dólares en un Leaf, y claramente si un segmento B vale eso la alternativa es solo para los muy pudientes, ente los cuales quien querrá bajarse de un Volvo, MB, BMW o Audi para subirse a un B plasticoso japonés?

      • QuattroS1 dice:

        Tengo un naftero que hace más de 17 kms/l a 110. Los híbridos hacen mucho menos?

        • Negro1983 dice:

          la gran diferencia es en ciudad.

        • QuattroS1 dice:

          Claro, pero Colón habla de las grandes distancias del país y los beneficios de los híbridos en las mismas. Beneficios que no existen.
          En ciudad, como bien decís, es otra cosa.

        • jrncolon dice:

          QuattroS1, en otro comentario de las 9hs hacía referencia a otras ventajas no al ahorro:
          Esa ecuación económica es real, no creo que el potencial cliente “haga números” para ver si lo amortiza. Pensará mas en los km que recorrerá sin pasar por la gasolinera, supongo.
          Y en haber contribuido a dejarle un mundo mejor a sus nietos (?).

    • turbodiesel dice:

      Dura hasta que se enteran del precio 😂😂😂😂

    • Paul dice:

      Y las reservas mundiales de petroleo?? cuanto durará??

    • SuperLopez strikes again dice:

      Georgie: coincido totalmente!! Los autos que contengan baterías van a contaminar tanto o mas, a la larga, obvio.
      La solución a largo plazo es el hidrogeno, el motor cambia poco y nada y por el escape sale H20.
      Obvio el problema es que no se puede poner un tubo en el baúl, podría convertir el auto en un misil y los generadores de hidrogeno son grandes pesados y poco prácticos, POR AHORA. Ese es el camino que deberían seguir las terminales.
      A mi ver debe haber motivos económicos para que no lo sigan….es decir: esperan ganar mas guita con los a batería

  9. jaycee dice:

    En estos casos … ¿El motor de combustión aplica potencia sobre las ruedas o solo funciona para generar electricidad como en las locomotoras?

  10. Tuerca Floja dice:

    “Arancel cero” es mejor que 5%.
    Muy bien por Toyota siendo la primera en producir en mercosur tecnología moderna y exportable.
    Que dirán los de Ford sobre que “no hay mercado” para los Segmento C?
    Mi 2017 gasta una miseria, no se cuanto más podés economizar con el Hibrido para que justifique la diferencia de plata. En el precio va a estar la cuestión. El Prius cuesta 36.000 dólares, un Corolla SEG AT 25 mil, más allá de la diferencia de equipamiento 11.000 dólares en nafta es dificil de justificar.

    • jrncolon dice:

      Esa ecuación económica es real, no creo que el potencial cliente “haga números” para ver si lo amortiza. Pensará mas en los km que recorrerá sin pasar por la gasolinera, supongo.
      Y en haber contribuido a dejarle un mundo mejor a sus nietos (?).
      Distinto es el caso del GNC, ahí sí, a sacar la calculadora…

      • Tuerca Floja dice:

        A los nietos les va a dejar un cementerio de baterías…

        • jrncolon dice:

          Oiga, yo desayuné un limón pero usted no menos de cinco.
          Y Georgie ni te cuento 😅😅😅

        • Negro1983 dice:

          la diferencia eset en el aire de la ciudad, y con mas electricos e hibridos va a ser mas limpio, despues habrá que ver que se hace con las baterias.

      • jrncolon dice:

        Un dato que ilustra lo que decía de la contribución hacia una movilidad menos contaminante:
        “Em comparação, o motor de combustão interna usando etanol emite atualmente 58 gramas de CO2 por km, e o híbrido a etanol que começa a ser vendido em outubro emite apenas 39 g CO2/km. Os veículos com célula a combustível usando etanol emitem 27 g CO2/km”.
        Plinio Nastari (@PlinioNastari)
        Presidente da DATAGRO e Representante da Sociedade Civil no CNPE (Conselho Nacional de Política Energética).

    • Negro1983 dice:

      UN amigo compro un prius a precio de focus o corolla, tenia un descuento enorme, ojo.

    • DanieloGM dice:

      Si sacas las cuentas finas hay que hacer muchos kilometros para justificar la diferencia de precio.
      11000 uss x43$= 473000 pesos = 9366 litros Vpwer a 50.5$-
      Tenes para hacer 110000km a con un consumo de 8.5l .
      Con esos numero sigo con el motor tradiicional.

      • daniel468 dice:

        Haga la cuenta en algo más cercano: el ahorro de combustible entre services paga el service.
        Una sacudida de $10.000 cada 10.000 km al menos se salva. No es poco. Lo mantiene siempre en las mejores condiciones y al momento de la venta tiene todo en orden.
        De ahí Toyota se lo toma y lo pasa a los usados garantizados, usted saca otro nuevo y repite el ciclo.

  11. turbodiesel dice:

    Cuantas ilusiones truncada, cuantos corazones rotos que habrá cuando se enteren del precio…

    La tecnología híbrida/electricas jamás serán populares, vayan aceptandolo🙄🙄

  12. TGS dice:

    De las 3 carrocerias mi orden de preferencia sería rural, hatch y sedan. Ojalá se animen y traigan los 2 primeros pero sinó, al menos, que venga el hatchback.
    En el último Salón de Shanghai se presentó el Buick Velite 6 MAV, una rural eléctrica de una marca que anda muy bien en China. Aparentemente habría un mercado para esa configuración de carroceria (al menos en China)

  13. MarceloLP dice:

    Me gustan las tasas psicodélicas!!!
    Corolla Fielder y hacht…deme dos…nafteros

  14. Pablo Fernández dice:

    Si rav4
    Se reduce desde el 35% habitual al 5% para los modelos híbridos y al 2% para los eléctricos.
    y corolla
    El Corolla Hybrid, al ser producido en Brasil, ya cuenta con el beneficio del “arancel cero” para los modelos fabricados en el Mercosur.

    Como es que..

    Es decir: la Toyota Rav4 importada de Japón (ver nota) contará con más incentivos fiscales que el Corolla Hybrid brasileño.

    Para mi sigue teniendo mas incentivos el corolla, o, ¿què me estoy perdiendo?.

    Con esa “excusa” de adaptar modelos, nunca tenemos autos iguales a europeos por ejemplo, y caaaasualmente suelen ser peores, esos cambios no se traducen en mejoras para los consumidores.

    • CC dice:

      La Rav4 Hybrid pagará 5% de arancel
      La Rav4 Naftera pagará 35% de arancel
      El Corolla Hybrid pagará 0% de arancel
      El Corolla naftero pagará 0% de arancel.
      ¿Así se entiende mejor?
      Perdón si no me expresé bien en la nota.

  15. Rodo dice:

    hola CC … ¿por que decis que la Toyota Rav4 importada de Japón contará con más incentivos fiscales que el Corolla Hybrid brasileño? si en definitiva, la RAV hibrida pagara 5 % y este Toyota Corolla (como cualquier otro, cero por su origen mercosur ..
    O dicho de otro modo , el Corola no puede tener mas incentivos fiscales porque no los paga..

  16. Facundo M dice:

    Esa rural… es hermosa… nada que envidiarle a una de MB o BMW en cuanto a diseño
    Si Toyota se animara a traerla aunque sea con motorizacion no híbrida… se llevaria el mercado que no pudo o supo conquistar con la Innova.

    Slds!!

    • GaloLAC dice:

      El publico de Innova no es el de una rural.
      El de la Innova está entre algun coreano o cualquier SUV 7 asientos.
      Vino Toyota y ofreció el engendro de 8 asientos comodos (no sillitas en el baul)
      Es un buen producto para el que tiene 4 hijos. Pero un producto ideal para importar y ya. Armarlo acá no tiene sentido, nunca va a vender en gran volumen porque por suerte las flias con mas de 2 hijos son las menos.

  17. @autazos dice:

    Los híbridos son los nuevos gasoleros. Las marcas que no ofrecen motores diesel tienen esta opción para los que buscan un auto con menor consumo. Toyota ya la recontra vio.

  18. Fer2.0 dice:

    Del Corolla naftero traerán el 2.0? o solo el 1.8 como hasta ahora…..
    Por lo que vi en tests el 2.0 mueve mucho mejor que el 1.8.

    • luchoxros2 dice:

      Según Toyota Argentina, el homo Corolla, no quiere complicarse con elección de motores.
      Osea 1.8 para todes.

    • Emanuel dice:

      Mas potencia, mas par, otra inyección, menos ruidoso y se suma el menor peso de la nueva generación gracias a la plataforma moderna que se complementa con mejor manejo supongo por el aun mas bajo centro de gravedad. Es un gran salto, pero al usuario Corolla le podes seguir ofreciendo el 1.8 de siempre y sigue todo bien porque ama dicho motor.

    • jpespindo dice:

      Viene el 2.0 con inyección directa y 170 y pico de burros…igual no estaria mal que sigan ofreciendo el 1.8 para los XLI…

  19. dolforo dice:

    CC, coincido con vos sobre el tema que los aranceles para los autos de extrazona (35% a 5%) tienen más beneficios que los de origen Mercosur (0% a 0%); por lo tanto el Estado ya que percibe un montón de impuestos sobre la venta de un 0km (54% para fabricación nacional y un 13% para importados); bien podría en este caso aplicar un impuesto de -30% para estos híbridos mercosur y se emparejan los tantos …. el tema será, se animarán?

  20. igandini dice:

    Toyota trae esa rural y deja de hinchar con todo lo demas.

  21. Garralaucha2 dice:

    SI TOYOTA LLEGASE A TRAER EL HATCH MATA A LA COMPETENCIA EN UN AÑO. ES UNA PENA Q NO LO FABRIQUEN EN EL MERCASUR

  22. Emanuel dice:

    Mejoro en diseño, pero empeoro por dentro.

  23. QuattroS1 dice:

    Si traes el hatch atmosférico MT sin toda la parafernalia eléctrica es mi próximo auto. Hasta me bancaria un caracol.
    Todas esas huevadas híbridas lo único que lograrían es que tenga que llevarlo a la concesionaria para que me lo atienda un cambiador de piezas que no entiende nada de mecánica y me cobre el triple.

  24. Codatronca dice:

    Como avanzan los chinos !
    Ya manejan Toyota do Brasil (Chang)

  25. Daniel dice:

    Leo que “fue desarrollado especialmente para el Mercosur” e inmediatamente me bajan las espectativas a cero.

  26. Rush2112 dice:

    Que linda que está la fielder. Una pena de que no la traigan

  27. sleone_cabj dice:

    Toyota Corolla version Prestige (si, tal como ocurrió con el Camry)

    Marche una Fielder híbrida para ir a surfear 😎😎😎😎

  28. matidz dice:

    No entiendo la diferencia del corolla este con el prius.. sacando que puede utilizar etanol, y q ambos utilizan la misma plataforma..

  29. GaloLAC dice:

    Como dato, las ultimas dos generación de Corolla que no tuvieron su version Fielder, es porque la plataforma del sedán no era apta para plantar la rural.
    Ahora con la TNGA sí, misma plataforma.
    Ojalá fabriquen el nuevo fielder y no la Ch-R que es re chica.
    Misma suerte para el hatch si quiere darle el knock out a GM.

  30. fanegas dice:

    Hasta el 2020 hay que esperar? Y no va a seguir viniendo con el mil ocho?
    Que desilucion

  31. fanegas dice:

    Dejen de joder con la rural,lo mismo decian hace 2 años con la empanada esa del jimny y ahora que lo traen son todos secos y no lo pueden comprar,jajaaaaaaa

  32. MarceloLP dice:

    Brasil: Toyota invierte 250 millones y te saca un Corolla con motor triple combustión…
    Argentina: Fiat invierte 500 millones y te revive el Uno….

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